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CUSTO BAIXO TORNA CONSÓRCIOS ATRAENTES

O setor de consórcios fechou 2020 com 7,83 milhões de participantes ativos, um recorde.

O volume de negócios atingiu R$ 163,63 bilhões, alta de 21,5% frente a 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Administradores de Consórcios (Abac).

O consórcio ainda é predominantemente usado pela classe C para adquirir patrimônio. Mas, recentemente, tem atraído classes mais altas, tem visto como um investimento.

Em 2020, houve aumento de 15,6% no tíquete médio anual contratado frente a 2019, para R$ 54,18 mil, segundo a Abac.
Apesar do consórcio não ter incidência de juros, é preciso estar atento aos custos, como a taxa de administração, para gerir a carteira, que varia de acordo com o banco ou administrador, e, por vezes, um valor para o fundo de reserva e um seguro.

Além disso, as parcelas são reajustadas, para manter o valor de compra do bem.
Especialistas em finanças apontam que o consórcio, em geral, é mais barato que o financiamento de um bem, além da vantagem de não exigir entrada, mas lembram que só é recomendado para quem não tem pressa, depende da contemplação por sorteio ou lance.

Fonte: Diário da Região

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